EBS

Anexos

Saiba mais sobre as modernas técnicas pedagógicas utilizadas na Estação Business School, como:

Aprendizagem pela Andragogia,

PBL – Aprendizagem por Problema,

Aplicação da Teoria das Restrições - TOC

Entre outros

Aprendizagem pela Andragogia

Assim como a pedagogia está para aprendizagem dos jovens, a ANDRAGOGIA envolve a construção do conhecimento como processo de aprendizagem de ADULTOS.  Usando a andragogia, o professor tradicional que atua muito mais como um transmissor de conhecimento, passa a se tornar um educador-facilitador de aprendizagem. Em outras palavras, do papel apenas de transmissor de conteúdo, o facilitador, que utiliza as técnicas andragógicas, passa a ser um gerenciador de processos e secundariamente fonte de informação.

A Estação Business School baseia a aprendizagem de seus alunos e colaboradores de empresa que contratam os treinamentos da Escola na metodologia participativa da Andragogia como principal meio de garantir o resultado efetivo de transmissão de conteúdo e concreta aprendizagem. Nos programas da Estação, o professor não se limita a apenas transmitir conhecimentos, mas utiliza a experiência e a vivência dos participantes, jogos e cases como meio eficaz de aprendizagem dos adultos.  O ambiente de aprendizagem tem que contemplar momentos prazerosos, mas com profundidade nos conteúdos.  Afinal, os colaboradores das empresas, ao saírem de um programa de desenvolvimento, têm responsabilidade crescente nos resultados da empresa.   Utilizando as técnicas da Andragogia, o colaborador-aluno assume um nível maior de responsabilidade pela própria aprendizagem.  Afinal, ninguém aprende, se não estiver predisposto a tal.

A Andragogia, conforme já mencionada, é a ciência e a arte da educação de adultos, e se baseia em características básicas totalmente diferentes da Pedagogia. Fundamentalmente, o ensino é baseado na troca de experiências entre dois adultos, o que educa (facilitador) e o que é educado (aprendiz), sendo que ambos se empenham na solução de problemas daquilo que realmente necessitam saber para aplicar no seu dia-a-dia.

Sabe-se que os adultos retém uma parcela muito pequena (algo como apenas 15%) do que ouvem após três dias de treinamento. Por outro lado, são capazes de lembrar mais de 75% do que ouvem, vêem e fazem.  Fazer, após ouvir é fundamental na aprendizagem dos adultos.

Como, de um lado, o ambiente corporativo está em constante mudança e, de outro lado, as pessoas continuam trabalhando cada vez mais por mais tempo, há uma necessidade crescente de uma aprendizagem dos adultos de forma contínua e constante.

Como pessoas mais velhas, ao formarem equipes, mostram uma grande heterogeneidade de conhecimentos, interesses, necessidades, e experiência. Para a Andragogia, esta heterogeneidade de conhecimentos dos participantes  é uma oportunidade única visto que este grupo torna-se uma fonte viva para consultas e trocas de experiências. E tudo isso pode e deve ser explorado pelos membros do grupo através de discussões, simulações, apresentação de casos, ou seja, aprendizagem baseada em problemas específicos.

Portanto, o papel do professor (facilitador) é fundamental. Ele necessita mostrar aos alunos (aprendizes) a importância do assunto e abordá-lo de forma entusiasta. Deve mostrar que aquilo é importante e que fará diferença em suas vidas, mudando-a para melhor tanto nos seus aspectos pessoais como profissionais.

Princípios Básicos da Andragogia

A Andragogia se fundamenta nos seguintes princípios básicos:
a) Compartilhamento de experiência entre os participantes;
b) A relação educacional do adulto é baseada entre o facilitador e o aprendiz,  onde ambos aprendem entre si, em clima de liberdade e pró-ação;
c) O foco central é a aprendizagem, jamais o ensino, em que aprender significa adquirir conhecimento, habilidade e atitude;
d) O processo de aprendizagem se desenvolve na seguinte ordem: sensibilização (motivação), pesquisa (estudo), discussão (esclarecimento), experimentação (prática), conclusão (convergência) e compartilhamento (sedimentação);
e) O diálogo é a essência do relacionamento, o qual ocorre pela comunicação entre os participantes;
f) O professor (facilitador) e aluno (aprendiz) compartilham o conhecimento de um com a experiência do outro. Fica difícil distinguir quem aprende mais, se o professor ou o aluno. O aprendizado andragógico é caminho de duas vias e não um caminho de mão única, como na Pedagogia;
g) Por tanto, o professor necessita ter humildade suficiente para “descer do pedestal de sua cátedra” e se situar no mesmo plano de aprendizagem para, por meio do compartilhamento, se desenvolver junto com o aluno;
h) O colaborador-aluno (aprendiz) deve ter consciência que também necessita mudar seus valores e suas crenças (aprender a desaprender para reaprender) e ter mais flexibilidade para aumentar sua capacidade de aprendizado;
i) O colaborador-aluno (aprendiz) deve estar motivado para uma aprendizagem ao longo de toda a sua vida, tornando-se, com o passar dos anos, mais competente, seguro de suas habilidades e comprometido com a sociedade na qual vive e serve.

Em outras palavras, em resumo, os princípios da Andragogia se baseiam:

a) na necessidade de saber por parte dos alunos;
b) no autoconceito, de modo que os adultos são responsáveis por suas ações e querem ser vistos desta maneira;
c)papel das experiências, de modo a serem compartilhadas;
d) disposição para aprender. O adulto está mais disposto a aprender algo que dá resultado claro e normalmente imediato;
e) orientação para a aprendizagem. Para tanto, a aplicabilidade do conhecimento é fundamental.

As empresas, que têm adotado as práticas andragógicas, têm constatado como vantagens: a substituição do controle burocrático e hierárquico, maior comprometimento, elevação da auto-estima e aumento da responsabilidade e capacidade de seus colaboradores (sozinhos ou em grupos) alcançarem as soluções de seus problemas para um melhor desempenho de suas atividades.

PBL – Aprendizagem por Problema

O Aprendizado Baseado em Problemas (Problem-Based Learning – PBL) destaca o uso de um contexto clínico para o aprendizado, promove o desenvolvimento da habilidade de trabalhar em grupo, e também estimula o estudo individual, de acordo com os interesses e o ritmo de cada colaborador-aluno. O aprendizado passa a ser centrado no aluno, que sai do papel de receptor passivo, para o de agente e principal responsável pelo seu aprendizado. Os professores que atuam como tutores (ou facilitadores) nos grupos têm a oportunidade de conhecer bem os estudantes e de manter contato com eles durante todo o curso.

A metodologia do PBL enfatiza o aprendizado auto-dirigido, centrado no colaborador-aluno, a exemplo do que faz a Andragogia.  Por isso, PBL e Andragogia se aproximam muito da aprendizagem dos adultos. Grupos de alunos se reúnem com um docente (facilitador) em dois ou três momentos diferentes.  O professor não “ensina” da maneira tradicional, mas facilita a discussão dos alunos, conduzindo-a quando necessário e indicando os recursos didáticos úteis para cada situação.

Os trabalhos se iniciam com os conhecimentos prévios dos participantes sobre o assunto apresentado; os problemas são primeiramente identificados e listados, e em seguida são formulados os objetivos de aprendizado, com base em tópicos considerados úteis para o esclarecimento e a resolução do problema. Na etapa seguinte os estudantes vão trabalhar independentemente, na busca de informações e na sua elaboração (estudo auto-dirigido) antes da próxima sessão, quando as informações trazidas por todos serão discutidas e integradas no contexto do caso-problema.

Quando se trata de treinamentos de curta duração (um ou dois dias), fica mais difícil adotar a técnica do PBL, uma vez que demanda tempo para os participantes buscarem informações, ou seja, fazerem o estudo auto-dirigido.

Aplicação da Teoria das Restrições – TOC

 

A Estação Business School é uma das melhores escolas de MBAs do país e tem a formação de líderes como um dos principais foco e responsabilidade. Em 2010 conquistou pela segunda vez o prêmio Top de Marketing da ADVB-PR na Categoria Educação e Ensino.

Giovanni de Luca