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	<title>Estação Business School</title>
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		<title>O sonho do duplo 25% do PIB</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 18:05:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de Professores]]></category>

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		<description><![CDATA[Artigo do Prof. Judas Tadeu G. Mendes publicado pela Gazeta do Povo em 06/05/12.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">É crescente o clamor da população e principalmente dos empresários sobre uma possível reforma fiscal (previdenciária, tributária, administrativa e trabalhista), pois afinal é inaceitável que um governo que fica com 36% do PIB em tributos (são 85 tipos diferentes) invista apenas 1% em infraestrutura. A indústria brasileira apresenta um enorme déficit na balança comercial e sua participação na geração do PIB vem minguando, tendo caído de 27% nos anos 80 para apenas 16% atualmente. Isso é preocupante, ainda mais que um quinto de tudo o que os brasileiros consomem vem do exterior, ou seja, estamos gerando emprego e renda lá fora.</p>
<div id="psdotexto">
<p style="text-align: justify;">Todos sabemos há muito tempo onde estão as causas, mas falta vontade política para encarar os problemas. Sabemos que o famoso custo Brasil (muitos impostos, juros absurda e desnecessariamente elevados, infraestrutura cara e ineficiente, burocracia, energia cara, educação básica de qualidade deplorável, pouco investimento em inovação tecnológica e o câmbio distorcido) é o principal fator a explicar a baixa competitividade do Brasil no mercado global.</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade, tudo o que os brasileiros precisam é atingir duas metas de 25% PIB. A primeira meta de 25% do PIB depende de decisões políticas, pois diz respeito à reformas fiscais, que precisam passar no Congresso Nacional. Neste caso, não vamos culpar o Congresso porque quem nunca quis fazer as reformas foi o Executivo. Tanto Fernando Henrique Cardoso quanto Lula, para encenar para o público, encaminharam várias propostas de reformas, mas nunca se empenharam em aprová-las. Sempre faltou vontade política para tal. O que precisamos? Uma reforma para valer, que poderia ser aprovada em dois anos e que implementada gradualmente nos asseguraria que daqui a dez anos teremos uma perspectiva de redução da atual carga tributária de 36% do PIB (uma das maiores do mundo. No Chile não chega a 20%) para a média mundial que é de (apenas?) 25% do PIB. Assim, saberíamos que gradualmente a carga tributária iria diminuindo ao longo dos próximos dez a 12 anos, dando a oportunidade para o governo se ajustar – e para nós, contribuintes, seria um conforto.</p>
<p style="text-align: justify;">A segunda meta de 25% do PIB diz respeito aos investimentos totais (públicos e privados), pois sabemos que se o Brasil chegar a este nível seguramente terá um crescimento elevado (acima de 7% ao ano) e de maneira sustentada. Durante 20 anos (de 1960 a 1980) o Brasil foi o país que mais cresceu no mundo, época em que investia de 24% a 25% do PIB. Nos últimos 20 anos, os investimentos têm ficado bem abaixo de 20% do PIB, razão pela qual nosso crescimento não chega, na média, a 4% ao ano. Em 2011, foi de apenas 2,7%, o mais baixo da América Latina. Dos 25% do PIB, se o setor público tiver maior controle de suas gastanças, deve voltar a investir de 4% a 5% do PIB, deixando o restante (em torno de 20%) para o setor privado – desde que os juros caiam substancialmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, tudo o que queremos é atingir esses 25% do PIB, seja em impostos, seja em investimentos. Será pedir muito? O problema é o governo querer seguir nesta direção. Com a palavra, os governos, em todos os seus níveis, principalmente o federal.</p>
<p style="text-align: justify;">O importante é que, se isso fosse atingido, a infraestrutura física (melhores estradas, portos mais eficazes, energia mais barata, a infraestrutura social e a infraestrutura produtiva – investimentos em máquinas e equipamentos) deixariam de ser os históricos problemas que são. Estamos, na verdade, pedindo pouco, mas que será muito para os brasileiros.</p>
<p><em><strong>Judas Tadeu Grassi Mendes</strong>, Ph.D. em Economia pela Ohio State University, Fundador e Diretor-Presidente da Estação Business School.</em></p>
</div>
<p><a href="http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=1251598&amp;tit=O-sonho-do-duplo-25-do-PIB" target="_blank">Artigo publicado no Jornal Gazeta do Povo em 06/05/2012 </a></p>
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		<title>Módulo Internacional em Barcelona</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 22:41:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Programa de “Gestión Avanzada de Empresas”. Uma parceria EBS, ESAD e UAB.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;">Transforme seu Módulo Internacional em Pós-MBA Internacional em Gestão Estratégica.</h3>
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]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Quem é o profissional de sustentabilidade?&#8221;</title>
		<link>http://www.ebs.edu.br/portal/noticias/quem-e-o-profissional-de-sustentabilidade/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 19:03:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[ABRAPS SUL realiza fórum de debate sobre o profissional de sustentabilidade na EBS.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://revistageracaosustentavel.blogspot.com.br/2012/04/abraps-sul-realiza-forum-de-debate.html"><img class="size-full wp-image-3213 aligncenter" title="abraps1" src="http://www.ebs.edu.br/portal/wp-content/uploads/abraps12.jpg" alt="" width="535" height="743" /></a><a href="http://revistageracaosustentavel.blogspot.com.br/2012/04/abraps-sul-realiza-forum-de-debate.html"><img class="size-full wp-image-3212 aligncenter" title="abraps2" src="http://www.ebs.edu.br/portal/wp-content/uploads/abraps21.jpg" alt="" width="535" height="821" /></a><a href="http://revistageracaosustentavel.blogspot.com.br/2012/04/abraps-sul-realiza-forum-de-debate.html"><img class="size-full wp-image-3210 aligncenter" title="abraps3" src="http://www.ebs.edu.br/portal/wp-content/uploads/abraps3.jpg" alt="" width="529" height="401" /></a></p>
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		<title>Formatura MBA em Real Estate</title>
		<link>http://www.ebs.edu.br/portal/noticias/formatura-mba-real-estate/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2012 20:50:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeira turma celebra com os professores o encerramento do curso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3152" class="wp-caption aligncenter" style="width: 584px"><img class="size-full wp-image-3152" title="Formatura Real Estate" src="http://www.ebs.edu.br/portal/wp-content/uploads/Formatura-Real-Estate.jpg" alt="" width="574" height="430" /><p class="wp-caption-text">Alunos e Professores da EBS na Formatura do MBA em Real Estate</p></div>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-align: left;">Real Estate é o termo que engloba a economia e os negócios do setor imobiliário, abrangendo a administração das empresas, a formatação de produtos, a gestão dos empreendimentos, o planejamento econômico e financeiro, análise de riscos das empresas e empreendimentos e as estratégias das empresas. Foi a este conteúdo que alunos do MBA em Real Estate tiveram acesso ao longo dos 18 meses de curso.</span></p>
<p style="text-align: justify;">A primeira turma do MBA em Real Estate formou-se no dia 23 de março com cerimônia comemorativa na Estação Business School. Estiveram presentes além dos formandos e seus familiares, os professores Renato Volpi Junior e Vinicius Laufer Antonieto, Edna Schuster &#8211; coordenadora acadêmica da instituição e Prof. Judas Tadeu Grassi Mendes &#8211; diretor presidente da EBS.</p>
<p style="text-align: justify;">O crescimento no volume de negócios no Estado do Paraná tem criado demanda por mudanças na qualidade dos serviços prestados pelas empresas da construção civil. O Estado possui mais de quatro mil empresas da construção civil com aproximadamente 50 mil profissionais que trabalham direta ou indiretamente com a gestão de empreendimentos da construção civil.</p>
<p style="text-align: justify;">O ambiente de transformações pelas quais as empresas do Estado vem passando está exigindo destes profissionais novos padrões de atuação. Assim, MBA em Real Estate da EBS teve como intuito propiciar o aprimoramento destes profissionais quanto às mais atualizadas técnicas de gestão de empreendimentos da construção civil, como unidades de negócio, contribuindo para a promoção do setor da construção civil no Estado do Paraná, em particular na cidade de Curitiba e região metropolitana. <span style="text-align: left;">Segundo Prof. Judas Tadeu Grassi Mendes o curso cumpre seu principal objetivo ao &#8220;formar profissionais líderes que farão transformações nas empresas do setor e na sociedade.&#8221; </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-align: left;">P</span>articiparam deste programa profissionais com formação superior nas áreas de Engenharia, Arquitetura, Administração e Economia e outras áreas, atuantes nos setores ligados a empreendimentos da construção civil. Com as aulas ministradas no MBA em Real Estate o aluno-gestor capacitou-se para entender com maior clareza o funcionamento do mercado imobiliário brasileiro e internacional, executar análise de viabilidade econômica de investimentos imobiliários, gerenciar empreendimentos imobiliários desde a sua estruturação até a sua comercialização, elaborar operações estruturadas de financiamento para empreendimentos imobiliários, buscar soluções de <em>funding</em> para empresas do setor imobiliário e atender investidores que buscam produtos do mercado imobiliário.</p>
<p style="text-align: justify;">Para 2012 o curso em Real Estate passa a ser ofertado no formato de Programa Especial com 120h, mas se o aluno desejar, este programa pode resultar em um MBA certificado pela EBS, bastando completar a carga horária entre as disciplinas fundamentais e específicas de gestão.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>Depoimento </strong></span><br />
<span style="color: #800000;"> <strong>William Ikehara &#8211; Administrador da Universiflat e aluno MBA em Real Estate:</strong></span><br />
&#8220;O Curso foi muito bom, adquiri bastante conhecimento e tão importante quanto o curso foram os contatos feitos e a troca de experiencias, pois estas geraram algumas parcerias. Por meio de conversas com os colegas e professores pude tirar dúvidas e promover melhorias na minha Empresa. O aprendizado quanto as práticas do mercado foi valioso, pude aplicar muito do curso no meu dia-a-dia.&#8221;</p>
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		<title>O Líder que a EBS forma</title>
		<link>http://www.ebs.edu.br/portal/noticias/o-lider-que-a-ebs-forma/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 18:18:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça os atributos do Executivo do Século 21, o líder formado pela EBS.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Desde a sua formação, a Estação Business School (EBS) tem o seu slogan: “os líderes formam-se aqui”, porque acreditamos que uma das maiores carências das organizações é a falta de executivos com eficaz liderança, capazes de inspirar as pessoas a atingirem os resultados planejados.</p>
<p style="text-align: justify;">O executivo do século 21 é aquele que consegue enxergar novas formas de fazer negócios, tendo:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>a)</strong> compreensão das demandas ambientais e sociais contemporâneas</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>b)</strong> formação generalista.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>c) </strong> formação humanística</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>d)</strong> capacidade de liderança.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>e)</strong> visão estratégica dos negócios.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>f)</strong> experiência multicultural e global.</p>
<p style="text-align: justify;">As instituições de ensino falham&#8230; por não ajudarem as pessoas a desenvolverem seus <strong>talentos</strong>, em um momento em que o mundo precisa de <strong>lideres</strong> mais do que nunca. Talentos  têm sido desperdiçados por um ensino tradicional de ideias antigas e ultrapassadas.  Veja o caso de Steve Jobs, que abandonou a universidade ainda no início.</p>
<p style="text-align: justify;">É o momento não só de <strong>reinventar a educação</strong>, mas de garantir educação de excelência, com novas metodologias, novas tecnologias,  cases do mundo real, games simulando o ambiente empresarial de constante mudança, trocas de experiências e networking e  compartilhamento de conhecimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, acima de tudo, uma escola de excelência tem que formar líderes que <strong>pensem estrategicamente</strong>, que saibam <strong>tomar decisões</strong> e <strong>executar</strong> de forma eficaz e que i<strong>nspirem</strong> as pessoas, por meio de liderança.  A estratégia transformou-se na arte de planejar a execução. Seu símbolo mais universal talvez seja o famoso Balanced Scorecard, ferramenta que permite ao gestor enxergar rapidamente as linhas estratégicas, mirar em relativamente poucos alvos e conectá-los a planos de execução.</p>
<p style="text-align: justify;">O desafio da EBS é o de preparar nossos alunos nos <strong>4 focos de excelência</strong> da Estação Business School:  liderança, finanças, mercado e execução. Com estas quatro áreas de excelência da EBS, os profissionais aqui formados vão saber promover a grandeza das pessoas, melhorar os processos, entender melhor os mercados e gerar resultados positivos para as organizações.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>formação humanística</strong> é muito valorizada na EBS. O executivo do século 21 tem de aprender a vida toda. E não pode estar centrado apenas no conhecimento técnico. Há quatro importantes valores dos executivos: a) determinação e coragem; b) disciplina; c) humildade; e d) equilíbrio emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">A principal dimensão das competências dos executivos do século 21 tem a ver com gerir pessoas, pois este é o século do capital humano.</p>
<p style="text-align: justify;">As competências relacionadas  à inteligência emocional, tais como saber construir relacionamentos profissionais dentro e fora da empresa, criar ambientes marcados pela confiança e lidar com as comunidades.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Atributos do Executivo do Século 21</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Entre os principais atributos do executivo do século 21, estão:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>a) </strong>Habilidade de se adaptar, ou seja, administrar múltiplos cenários, quer para reagir rapidamente ao derretimento das finanças, como em 2008, ou para enfrentar um desastre ambiental de proporções catastróficas, como no caso da BP.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>b) </strong>Caráter global, a habilidade para desenvolver perspectiva cultural e fortalecer equipes profissionais em diferentes países.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>c) </strong>Sob o ponto de vista de comunicação, além da capacidade de expressão, há a necessidade de saber ouvir e entender o que está acontecendo em todas as partes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>d) </strong>Atualizar-se profissional e pessoalmente por leitura de publicações especializadas, em especial com ferramentas de aprendizado à distância.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>e) </strong>Habilidades para inovar, ou seja, criar o novo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>f) </strong>Habilidades para se comunicar efetivamente</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>g) </strong>Habilidades para lidar com o horizonte de incertezas, ou seja, é a capacidade de tomar decisões fora de um ambiente controlado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>h) </strong>Equilíbrio emocional</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>i) </strong>Liderança adaptativa, isto é, aumenta a atenção dos líderes para as diferenças entre pessoas e situações que lhes permite criar abordagens sob medida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>j) </strong>Experiência multicultural. Tornar-se cosmopolita é uma competência que se adquire fora de sala de aula, viajando e conhecendo países.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Judas Tadeu Grassi Mendes</strong></p>
<p style="text-align: center;">Diretor Presidente e Fundador da EBS</p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;A participação nos lucros e resultados&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 19:36:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>estacaoebs</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de Professores]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[ebs]]></category>
		<category><![CDATA[lucro]]></category>
		<category><![CDATA[participação]]></category>
		<category><![CDATA[professor]]></category>
		<category><![CDATA[resultados]]></category>
		<category><![CDATA[valor economico]]></category>

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		<description><![CDATA[Artigo do Professor Alessandro M. Cardoso publicado no Valor Econômico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Alessandro M. Cardoso</p>
<p style="text-align: justify;">21/06/2011</p>
<p style="text-align: justify;">A participação nos lucros e resultados (PLR) prevista no inciso XI, do artigo 7º da Constituição foi regulamentada por meio de Medidas Provisórias a partir de 1994, até a publicação da Lei nº 10.101, de 2000.</p>
<p style="text-align: justify;">A lei instituiu requisitos formais como a negociação entre empregadores e empregados, por meio de comissão, integrada também por um representante do sindicato da categoria ou de convenção/acordo coletivo. Assim como requisitos materiais com regras claras e objetivas quanto aos direitos substantivos e das regras adjetivas, inclusive mecanismos de aferição do seu cumprimento, periodicidade da distribuição, vigência e prazos de revisão. E o critério de pagamento pode ter por base, entre outros, índices de produtividade, qualidade ou lucratividade ou de programas de metas, resultados e prazos, pactuados previamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, o caráter não exaustivo desta norma tem trazido dúvidas no momento da instituição dos planos de participação e em diversos casos contencioso envolvendo a fiscalização e contribuintes.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, a evolução da jurisprudência administrativa e judicial a respeito da PLR é muito importante, já que aumenta o grau de segurança na sua aplicação, contribuindo inclusive para sua ainda maior difusão.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro ponto que caminha para definição é se a PLR instituída antes da primeira MP também estaria dissociada da remuneração do empregado. E recentemente o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a repercussão geral dessa questão, que deverá ser analisada pelo Pleno (RE 569.441).</p>
<p style="text-align: justify;">Já o Superior Tribunal de Justiça (Resp 865.489/RS) decidiu que a falta de homologação de acordo no sindicato e/ou de seu registro não descaracteriza a PLR, desde que respeitados os pressupostos materiais. O TST, por sua vez, já decidiu que o pagamento da PLR com periodicidade superior a duas vezes no ano não desnaturaria a sua natureza (RR &#8211; 189500-92.2004.5.15.0102).</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda mais relevante é a evolução jurisprudencial quanto aos requisitos materiais. Nesse contexto, a avaliação do posicionamento do Conselho de Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) é dificultada pelo seu caráter casuístico, com a apreciação da compatibilidade de específicos Acordos à legislação da PLR.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, é possível extrair dos precedentes do Carf a tendência de uma análise mais teleológica da PLR, visando sempre que possível privilegiar o seu pagamento. E o norte interpretativo mais relevante é a existência de metas concretas que permitam ao empregado entender qual o programa de participação que está sendo instituído e fiscalizar o seu cumprimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Consideramos paradigmático o acórdão 244.566, proferido pela 2ª Turma da CSRF de fevereiro de 2010, no qual, a partir da análise de determinada situação concreta, foram definidos parâmetros coerentes de interpretação, e que podem servir de baliza tanto para os contribuintes quanto para a fiscalização.</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão reconhece que a regulamentação visa que a PLR seja fruto de negociação efetiva entre as partes, sendo que por isso não apresenta regras detalhadas sobre os critérios e características dos acordos a serem celebrados. Assim, as partes têm liberdade para definir o plano que melhor se adapte à sua realidade, desde que mantida a compatibilidade com a natureza e os objetivos da PLR (integração capital e trabalho, não sendo substitutiva da remuneração normal). Com relação aos critérios materiais, a lei não determina que obrigatoriamente devam ser utilizados aqueles que indica nos seus incisos I (índices de produtividade, qualidade ou lucratividade) e II (programas de metas, resultados e prazos), podendo as partes definir outros critérios ou mesclar mais de um, desde que mantida a já citada compatibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O primordial para a validade do acordo é a formulação de regras claras e objetivas, que afastem a possibilidade de dúvida ou controvérsia entre as partes quanto ao seu cumprimento. Para isso, devem estar previsto mecanismos de aferição do acordado, periodicidade da distribuição, vigência e prazos de revisão. Já a previsão no acordo apenas de regras gerais, com a indicação de que a definição de metas e parâmetros concretos constará de outros instrumentos (por exemplo, planos individuais e coletivos de metas), não invalida a PLR, desde que os empregados participem da construção destes instrumentos, que também devem apresentar regras inteligíveis, e possam acompanhar a sua aplicação (acórdão 2402-00.125 da 2ª ª seção do Carf).</p>
<p style="text-align: justify;">Mais controversa é a exigência ou não de extensão do plano a todos os empregados da empresa, havendo precedentes nos dois sentidos (no julgado da CSRF indicado, foi validado plano não extensivo a todos). Já sobre a possibilidade de parâmetros diferentes de PLR por categorias de trabalhadores, no já citado acórdão 2402-00.125 reconheceu-se como válida a diferenciação do plano para executivos, tendo em vista a natureza específica da sua atividade, o grau de especialização e de responsabilidade. Contudo, são dois pontos que ainda aguardam uma consolidação do entendimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode-se afirmar, então, que a jurisprudência vem evoluindo, principalmente após a transferência das questões de custeio previdenciário ao CARF, para a maior definição da interpretação legal da PLR, o que é de grande importância para o aumento da segurança jurídica na sua implementação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alessandro Mendes Cardoso é sócio do escritório Rolim, Viotti &amp; Leite Campos Advogados.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Este artigo reflete as opiniões do autor, e não do jornal Valor Econômico. O jornal não se responsabiliza e nem pode ser responsabilizado pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso dessas informações</strong></p>
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		<title>&#8220;Como Formar um Líder&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 21:50:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira a matéria publicada pela Revista Melhor Gestão De Pessoas - ABRH]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Saiba como empresas e profissionais estão lidando com a formação de novos líderes na matéria publicada em maio de 2011 pela Revista Melhor Gestão de Pessoas, revista oficial da ABRH .</p>
<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2046" src="http://www.ebs.edu.br/portal/wp-content/uploads/Revista-Melhor-1.jpg" alt="" width="577" height="864" /><img class="aligncenter size-full wp-image-2047" src="http://www.ebs.edu.br/portal/wp-content/uploads/Revista-Melhor-2.jpg" alt="" width="577" height="736" /><img class="aligncenter size-full wp-image-2048" src="http://www.ebs.edu.br/portal/wp-content/uploads/Revista-Melhor-3.jpg" alt="" width="577" height="944" /><img class="aligncenter size-full wp-image-2053" src="http://www.ebs.edu.br/portal/wp-content/uploads/Revista-Melhor-41.jpg" alt="" width="573" height="910" /><img class="aligncenter size-full wp-image-2050" src="http://www.ebs.edu.br/portal/wp-content/uploads/Revista-Melhor-5.jpg" alt="" width="577" height="778" /><img class="aligncenter size-full wp-image-2051" src="http://www.ebs.edu.br/portal/wp-content/uploads/Revista-Melhor-6.jpg" alt="" width="578" height="856" /><img class="aligncenter size-full wp-image-2052" src="http://www.ebs.edu.br/portal/wp-content/uploads/Revista-Melhor-7.jpg" alt="" width="577" height="498" /></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://revistamelhor.uol.com.br/textos.asp?codigo=13120">Clique aqui </a>e confira este artigo no site da Revista Melhor Gestão de Pessoas.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>EBS &#8211; 5 anos de excelência em educação</title>
		<link>http://www.ebs.edu.br/portal/noticias/ebs-5-anos/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 May 2011 20:13:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>estacaoebs</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira o vídeo da comemoração dos 5 anos EBS]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Estação Business School completa 5 anos de existência no dia 27 de abril de 2011. A EBS foi concebida em 2006 com o propósito de ser a melhor escola de negócios de Curitiba. Com apenas 2 anos já era a única instituição de ensino superior do Paraná entre os melhores MBAs do Brasil. Hoje, com 5 anos é a única tricampeã do sul do Brasil no ranking dos melhores MBAs dos país, credibilidade confirmada pelo Ranking da revista Você S.A (2008, 2009 e 2010) e também pelos 2 prêmios TOP de Marketing da ADVB-PR (2007 e 2010).</p>
<p style="text-align: justify;">Este sucesso resulta do conjunto diferenciais que só a EBS oferece, entre eles: uma moderna infraestrutura, localização privilegiada e o atendimento personalizado realizado por um time de colaboradores e professores-facilitadores altamente capacitados, engajados e apaixonados pelo que fazem. Outro grande diferencial são os cursos de MBAs modulares e flexíveis, desenvolvidos para executivos jovens ou experientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao completar 5 anos a Estação Business School confirma sua missão e compromisso com a qualidade formando líderes com profunda visão social, aliando rigor acadêmico ao vínculo com o mercado e oferecendo sempre o menor <em>gap </em>entre o mundo dos negócios e a sala de aula.</p>
<p><iframe width="480" height="390" src="https://www.youtube.com/embed/byPL-sasSA4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Estação Business School &#8211; 5 anos &#8211; Os líderes formam-se aqui!</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tecnologia e inovação para um caminho sustentável</title>
		<link>http://www.ebs.edu.br/portal/artigos-de-professores/tecnologia-e-inovacao-para-um-caminho-sustentavel/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 May 2011 21:29:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de Professores]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Prof. Judas Tadeu Grassi Mendes ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1828" href="http://www.ebs.edu.br/portal/artigos-de-professores/tecnologia-e-inovacao-para-um-caminho-sustentavel/attachment/geracao-sustentavel-1/"></a><a rel="attachment wp-att-1829" href="http://www.ebs.edu.br/portal/artigos-de-professores/tecnologia-e-inovacao-para-um-caminho-sustentavel/attachment/geracao-sustentavel-2/"></a><img class="aligncenter size-full wp-image-1828" src="http://www.ebs.edu.br/portal/wp-content/uploads/geração-sustentável-1.jpg" alt="" width="520" height="810" /><img class="aligncenter size-full wp-image-1829" src="http://www.ebs.edu.br/portal/wp-content/uploads/geração-sustentável-2.jpg" alt="" width="520" height="674" /><img class="aligncenter size-full wp-image-1830" src="http://www.ebs.edu.br/portal/wp-content/uploads/geração-sustentável-3.jpg" alt="" width="520" height="495" /></p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Saiba mais em:</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://revistageracaosustentavel.blogspot.com/2011/04/artigo-tecnologia-e-inovacao-para-um.html">http://revistageracaosustentavel.blogspot.com/2011/04/artigo-tecnologia-e-inovacao-para-um.html</a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://confrariasustentavel.ning.com/profiles/blogs/artigo-tecnologia-e-inovacao">http://confrariasustentavel.ning.com/profiles/blogs/artigo-tecnologia-e-inovacao</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O que são modelos mentais?</title>
		<link>http://www.ebs.edu.br/portal/artigos-de-professores/o-que-sao-modelos-mentais/</link>
		<comments>http://www.ebs.edu.br/portal/artigos-de-professores/o-que-sao-modelos-mentais/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 22:07:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de Professores]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ebs.edu.br/portal/?p=1808</guid>
		<description><![CDATA[Confira o artigo do Prof. Jerônimo Mendes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong>Jerônimo Mendes</strong><br />
Administrador, Escritor e Palestrante<br />
Especialista em <strong>Desenvolvimento Pessoal e Profissional</strong>, apaixonado por  <strong>Empreendedorismo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Há muito tempo desejava escrever um artigo sobre modelos mentais, de tanto que gosto do assunto. Quando pergunto aos meus alunos em sala de aula ou em treinamentos o que isso significa, alguns me olham apreensivos e ficam aguardando uma dica, porém a pergunta é minha e sempre procuro extrair a resposta de acordo com o conhecimento geral do grupo. Quando você entende o conceito e procura associá-lo na prática, a jornada torna-se menos dolorosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Entender as bases do comportamento humano e as chaves da realização pessoal depende de entender o significado e a importância dos modelos mentais em sua vida. Quer você saiba, quer não, os modelos mentais definem a sua capacidade de ação e reação perante as coisas mais simples e as coisas mais difíceis da vida, ou seja, eles definem o seu comportamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente, é necessário conhecer as fontes de modelos mentais e a maneira como eles se formam. De acordo com Daniel Goleman, autor do <em>best seller</em> Inteligência Emocional, as fontes dos modelos mentais são a maneira pela qual os seres humanos organizam e dão sentido às suas experiências. Segundo Goleman, o comportamento humano é condicionado por modelos mentais e estes, por sua vez, são definidos com base em quatro pressupostos:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Biologia</strong>: rotular a capacidade de realização do ser humano com base nas suas limitações fisiológicas. Será que o fato de alguém ser alto ou baixo, branco ou negro, cabeludo ou calvo, gordo ou magro, bonito ou menos favorecido em termos de beleza deve ser um fator de inclusão ou exclusão no mercado de trabalho? Para muitas empresas, é assim que funciona, infelizmente. Você já leu algum anúncio de emprego no jornal com os seguintes dizeres: precisa-se de Secretária gordinha, baixinha, aparência mais ou menos e de inteligência mediana?<strong> </strong></li>
<li><strong>Linguagem</strong>: é o meio no qual se estrutura a consciência do ser humano. Quando você ouve um nordestino, um catarinense, um gaúcho dos pampas, um paulista do interior ou um carioca descolado conversando com aquele sotaque típico da sua região, o que lhe vem à mente? Não diga que você nunca rotulou alguém por conta do seu sotaque? Viiiixe! Mas, baaah!!!<strong> </strong></li>
<li><strong>Cultura: </strong>dentro de qualquer grupo &#8211; famílias, indústrias, organizações e nações &#8211; os modelos mentais coletivos se desenvolvem com base em experiências compartilhadas. Assim, a cultura pode ser considerada um modelo mental coletivo. Se você é filho de judeu, italiano, grego, alemão ou japonês, não importa, existe um conjunto de valores ou pressupostos típicos de cada cultura. De alguma forma, isso afeta os relacionamentos, daí as dificuldades de se admitir em algumas culturas a união de pessoas de raízes diferentes.<strong> </strong></li>
<li><strong>Experiência pessoal</strong>: diz respeito à raça, sexo, nacionalidade, origem étnica, condição social e econômica, influências familiares, nível de educação, a maneira como fomos tratados por nossos pais, irmãos, professores e companheiros de infância. A maneira como começamos a trabalhar e alcançamos a autossuficiência também é fruto da nossa experiência pessoal e isso é determinante para o nosso sucesso.<strong> </strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Por conta de tudo isso, algumas frases acabam tornando-se comuns no seu dia-a-dia e quando você menos espera, comete um deslize, inadvertidamente, sem a mínima preocupação com o reflexo das suas palavras. O que vale para determinado país ou cultura não vale necessariamente para outra. Por acaso você já proferiu qualquer uma dessas frases?</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Todos os homens são iguais</strong>! Significa que o seu pai e aquela pessoa que você tanto admira também são.</li>
<li><strong>Não se pode confiar nas mulheres</strong>! Inclusive na sua mãe, na sua esposa e nas suas irmãs?</li>
<li><strong>Todos os políticos são iguais</strong>! Incluindo aquele seu parente que se elegeu com muito esforço e arranjou emprego para toda a sua família que estava em dificuldades?</li>
<li><strong>O pouco com Deus é bastante</strong>! Acredite, se isto for verdade, o máximo que você vai conseguir é pouco, além de continuar invejando os ricos pelo resto da vida.</li>
<li><strong>Isso não vai dar certo, aqui sempre foi assim</strong>! Esse é um dos modelos mentais mais conhecidos em organizações fadadas ao fracasso.</li>
<li><strong>Não se mexe em time que está ganhando</strong>! O Bernardinho nem ligou quando excluiu o Ricardinho da Seleção Brasileira de Vôlei. Além de ser excluído, o time ainda melhorou bastante.</li>
<li><strong>Sou pobre, mas sou feliz</strong>! Você conhece algum pobre, no sentido literal da palavra, feliz?</li>
<li><strong>O importante é ganhar</strong>! Mais importante do que ganhar é contribuir e não se deixar abater pela derrota. Se o mundo fosse feito apenas de vencedores, o aprendizado não existiria.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Esses são alguns dentre os milhares de modelos mentais estabelecidos com base em nossa biologia, linguagem, cultura e experiência pessoal. Quando levados ao pé-da-letra, os modelos mentais são capazes de provocar verdadeiros estragos em nossa vida pessoal e profissional. Entretanto, não se deve ignorá-los, apenas tome cuidado para evitar prejulgamentos concebidos com base apenas em valores que podem fazer parte de uma cultura e não de outra.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Fredy Kofman, autor do livro <em>Metamanagement</em>, o modelo mental é o conjunto de sentidos, pressupostos, regras de raciocínio, inferências etc. que nos leva a fazer determinada interpretação. Eles definem como percebemos, sentimos, pensamos e interagimos. Portanto, é fundamental mergulhar em diferentes culturas, disciplinas, experiências e linguagens sem perdermos nossas origens.</p>
<p style="text-align: justify;">Todas as culturas têm algo a ensinar sobre o comportamento humano sob diferentes ângulos de visão, basta saber respeitá-las. A máxima judaica expressa no Talmude ajuda a compreender melhor esse raciocínio: “Não vemos as coisas como elas são; vemos as coisas como nós somos.”</p>
<p style="text-align: justify;">Pense nisso e seja feliz!</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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