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	<title>Estação Business School</title>
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		<title>O Líder que a EBS forma</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 18:18:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça os atributos do Executivo do Século 21, o líder formado pela EBS.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Desde a sua formação, a Estação Business School (EBS) tem o seu slogan: “os líderes formam-se aqui”, porque acreditamos que uma das maiores carências das organizações é a falta de executivos com eficaz liderança, capazes de inspirar as pessoas a atingirem os resultados planejados.</p>
<p style="text-align: justify;">O executivo do século 21 é aquele que consegue enxergar novas formas de fazer negócios, tendo:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>a)</strong> compreensão das demandas ambientais e sociais contemporâneas</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>b)</strong> formação generalista.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>c) </strong> formação humanística</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>d)</strong> capacidade de liderança.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>e)</strong> visão estratégica dos negócios.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>f)</strong> experiência multicultural e global.</p>
<p style="text-align: justify;">As instituições de ensino falham&#8230; por não ajudarem as pessoas a desenvolverem seus <strong>talentos</strong>, em um momento em que o mundo precisa de <strong>lideres</strong> mais do que nunca. Talentos  têm sido desperdiçados por um ensino tradicional de ideias antigas e ultrapassadas.  Veja o caso de Steve Jobs, que abandonou a universidade ainda no início.</p>
<p style="text-align: justify;">É o momento não só de <strong>reinventar a educação</strong>, mas de garantir educação de excelência, com novas metodologias, novas tecnologias,  cases do mundo real, games simulando o ambiente empresarial de constante mudança, trocas de experiências e networking e  compartilhamento de conhecimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, acima de tudo, uma escola de excelência tem que formar líderes que <strong>pensem estrategicamente</strong>, que saibam <strong>tomar decisões</strong> e <strong>executar</strong> de forma eficaz e que i<strong>nspirem</strong> as pessoas, por meio de liderança.  A estratégia transformou-se na arte de planejar a execução. Seu símbolo mais universal talvez seja o famoso Balanced Scorecard, ferramenta que permite ao gestor enxergar rapidamente as linhas estratégicas, mirar em relativamente poucos alvos e conectá-los a planos de execução.</p>
<p style="text-align: justify;">O desafio da EBS é o de preparar nossos alunos nos <strong>4 focos de excelência</strong> da Estação Business School:  liderança, finanças, mercado e execução. Com estas quatro áreas de excelência da EBS, os profissionais aqui formados vão saber promover a grandeza das pessoas, melhorar os processos, entender melhor os mercados e gerar resultados positivos para as organizações.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>formação humanística</strong> é muito valorizada na EBS. O executivo do século 21 tem de aprender a vida toda. E não pode estar centrado apenas no conhecimento técnico. Há quatro importantes valores dos executivos: a) determinação e coragem; b) disciplina; c) humildade; e d) equilíbrio emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">A principal dimensão das competências dos executivos do século 21 tem a ver com gerir pessoas, pois este é o século do capital humano.</p>
<p style="text-align: justify;">As competências relacionadas  à inteligência emocional, tais como saber construir relacionamentos profissionais dentro e fora da empresa, criar ambientes marcados pela confiança e lidar com as comunidades.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Atributos do Executivo do Século 21</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Entre os principais atributos do executivo do século 21, estão:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>a) </strong>Habilidade de se adaptar, ou seja, administrar múltiplos cenários, quer para reagir rapidamente ao derretimento das finanças, como em 2008, ou para enfrentar um desastre ambiental de proporções catastróficas, como no caso da BP.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>b) </strong>Caráter global, a habilidade para desenvolver perspectiva cultural e fortalecer equipes profissionais em diferentes países.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>c) </strong>Sob o ponto de vista de comunicação, além da capacidade de expressão, há a necessidade de saber ouvir e entender o que está acontecendo em todas as partes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>d) </strong>Atualizar-se profissional e pessoalmente por leitura de publicações especializadas, em especial com ferramentas de aprendizado à distância.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>e) </strong>Habilidades para inovar, ou seja, criar o novo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>f) </strong>Habilidades para se comunicar efetivamente</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>g) </strong>Habilidades para lidar com o horizonte de incertezas, ou seja, é a capacidade de tomar decisões fora de um ambiente controlado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>h) </strong>Equilíbrio emocional</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>i) </strong>Liderança adaptativa, isto é, aumenta a atenção dos líderes para as diferenças entre pessoas e situações que lhes permite criar abordagens sob medida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>j) </strong>Experiência multicultural. Tornar-se cosmopolita é uma competência que se adquire fora de sala de aula, viajando e conhecendo países.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Judas Tadeu Grassi Mendes</strong></p>
<p style="text-align: center;">Diretor Presidente e Fundador da EBS</p>
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		<title>&#8220;A participação nos lucros e resultados&#8221;</title>
		<link>http://www.ebs.edu.br/portal/artigos-de-professores/a-participacao-nos-lucros-e-resultados/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 19:36:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de Professores]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[ebs]]></category>
		<category><![CDATA[lucro]]></category>
		<category><![CDATA[participação]]></category>
		<category><![CDATA[professor]]></category>
		<category><![CDATA[resultados]]></category>
		<category><![CDATA[valor economico]]></category>

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		<description><![CDATA[Artigo do Professor Alessandro M. Cardoso publicado no Valor Econômico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Alessandro M. Cardoso</p>
<p style="text-align: justify;">21/06/2011</p>
<p style="text-align: justify;">A participação nos lucros e resultados (PLR) prevista no inciso XI, do artigo 7º da Constituição foi regulamentada por meio de Medidas Provisórias a partir de 1994, até a publicação da Lei nº 10.101, de 2000.</p>
<p style="text-align: justify;">A lei instituiu requisitos formais como a negociação entre empregadores e empregados, por meio de comissão, integrada também por um representante do sindicato da categoria ou de convenção/acordo coletivo. Assim como requisitos materiais com regras claras e objetivas quanto aos direitos substantivos e das regras adjetivas, inclusive mecanismos de aferição do seu cumprimento, periodicidade da distribuição, vigência e prazos de revisão. E o critério de pagamento pode ter por base, entre outros, índices de produtividade, qualidade ou lucratividade ou de programas de metas, resultados e prazos, pactuados previamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, o caráter não exaustivo desta norma tem trazido dúvidas no momento da instituição dos planos de participação e em diversos casos contencioso envolvendo a fiscalização e contribuintes.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, a evolução da jurisprudência administrativa e judicial a respeito da PLR é muito importante, já que aumenta o grau de segurança na sua aplicação, contribuindo inclusive para sua ainda maior difusão.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro ponto que caminha para definição é se a PLR instituída antes da primeira MP também estaria dissociada da remuneração do empregado. E recentemente o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a repercussão geral dessa questão, que deverá ser analisada pelo Pleno (RE 569.441).</p>
<p style="text-align: justify;">Já o Superior Tribunal de Justiça (Resp 865.489/RS) decidiu que a falta de homologação de acordo no sindicato e/ou de seu registro não descaracteriza a PLR, desde que respeitados os pressupostos materiais. O TST, por sua vez, já decidiu que o pagamento da PLR com periodicidade superior a duas vezes no ano não desnaturaria a sua natureza (RR &#8211; 189500-92.2004.5.15.0102).</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda mais relevante é a evolução jurisprudencial quanto aos requisitos materiais. Nesse contexto, a avaliação do posicionamento do Conselho de Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) é dificultada pelo seu caráter casuístico, com a apreciação da compatibilidade de específicos Acordos à legislação da PLR.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, é possível extrair dos precedentes do Carf a tendência de uma análise mais teleológica da PLR, visando sempre que possível privilegiar o seu pagamento. E o norte interpretativo mais relevante é a existência de metas concretas que permitam ao empregado entender qual o programa de participação que está sendo instituído e fiscalizar o seu cumprimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Consideramos paradigmático o acórdão 244.566, proferido pela 2ª Turma da CSRF de fevereiro de 2010, no qual, a partir da análise de determinada situação concreta, foram definidos parâmetros coerentes de interpretação, e que podem servir de baliza tanto para os contribuintes quanto para a fiscalização.</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão reconhece que a regulamentação visa que a PLR seja fruto de negociação efetiva entre as partes, sendo que por isso não apresenta regras detalhadas sobre os critérios e características dos acordos a serem celebrados. Assim, as partes têm liberdade para definir o plano que melhor se adapte à sua realidade, desde que mantida a compatibilidade com a natureza e os objetivos da PLR (integração capital e trabalho, não sendo substitutiva da remuneração normal). Com relação aos critérios materiais, a lei não determina que obrigatoriamente devam ser utilizados aqueles que indica nos seus incisos I (índices de produtividade, qualidade ou lucratividade) e II (programas de metas, resultados e prazos), podendo as partes definir outros critérios ou mesclar mais de um, desde que mantida a já citada compatibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O primordial para a validade do acordo é a formulação de regras claras e objetivas, que afastem a possibilidade de dúvida ou controvérsia entre as partes quanto ao seu cumprimento. Para isso, devem estar previsto mecanismos de aferição do acordado, periodicidade da distribuição, vigência e prazos de revisão. Já a previsão no acordo apenas de regras gerais, com a indicação de que a definição de metas e parâmetros concretos constará de outros instrumentos (por exemplo, planos individuais e coletivos de metas), não invalida a PLR, desde que os empregados participem da construção destes instrumentos, que também devem apresentar regras inteligíveis, e possam acompanhar a sua aplicação (acórdão 2402-00.125 da 2ª ª seção do Carf).</p>
<p style="text-align: justify;">Mais controversa é a exigência ou não de extensão do plano a todos os empregados da empresa, havendo precedentes nos dois sentidos (no julgado da CSRF indicado, foi validado plano não extensivo a todos). Já sobre a possibilidade de parâmetros diferentes de PLR por categorias de trabalhadores, no já citado acórdão 2402-00.125 reconheceu-se como válida a diferenciação do plano para executivos, tendo em vista a natureza específica da sua atividade, o grau de especialização e de responsabilidade. Contudo, são dois pontos que ainda aguardam uma consolidação do entendimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode-se afirmar, então, que a jurisprudência vem evoluindo, principalmente após a transferência das questões de custeio previdenciário ao CARF, para a maior definição da interpretação legal da PLR, o que é de grande importância para o aumento da segurança jurídica na sua implementação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alessandro Mendes Cardoso é sócio do escritório Rolim, Viotti &amp; Leite Campos Advogados.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Este artigo reflete as opiniões do autor, e não do jornal Valor Econômico. O jornal não se responsabiliza e nem pode ser responsabilizado pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso dessas informações</strong></p>
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		<title>&#8220;Como Formar um Líder&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 21:50:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira a matéria publicada pela Revista Melhor Gestão De Pessoas - ABRH]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Saiba como empresas e profissionais estão lidando com a formação de novos líderes na matéria publicada em maio de 2011 pela Revista Melhor Gestão de Pessoas, revista oficial da ABRH .</p>
<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2046" src="http://www.ebs.edu.br/portal/wp-content/uploads/Revista-Melhor-1.jpg" alt="" width="577" height="864" /><img class="aligncenter size-full wp-image-2047" src="http://www.ebs.edu.br/portal/wp-content/uploads/Revista-Melhor-2.jpg" alt="" width="577" height="736" /><img class="aligncenter size-full wp-image-2048" src="http://www.ebs.edu.br/portal/wp-content/uploads/Revista-Melhor-3.jpg" alt="" width="577" height="944" /><img class="aligncenter size-full wp-image-2053" src="http://www.ebs.edu.br/portal/wp-content/uploads/Revista-Melhor-41.jpg" alt="" width="573" height="910" /><img class="aligncenter size-full wp-image-2050" src="http://www.ebs.edu.br/portal/wp-content/uploads/Revista-Melhor-5.jpg" alt="" width="577" height="778" /><img class="aligncenter size-full wp-image-2051" src="http://www.ebs.edu.br/portal/wp-content/uploads/Revista-Melhor-6.jpg" alt="" width="578" height="856" /><img class="aligncenter size-full wp-image-2052" src="http://www.ebs.edu.br/portal/wp-content/uploads/Revista-Melhor-7.jpg" alt="" width="577" height="498" /></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://revistamelhor.uol.com.br/textos.asp?codigo=13120">Clique aqui </a>e confira este artigo no site da Revista Melhor Gestão de Pessoas.</p>
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		<item>
		<title>EBS &#8211; 5 anos de excelência em educação</title>
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		<pubDate>Thu, 05 May 2011 20:13:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira o vídeo da comemoração dos 5 anos EBS]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Estação Business School completa 5 anos de existência no dia 27 de abril de 2011. A EBS foi concebida em 2006 com o propósito de ser a melhor escola de negócios de Curitiba. Com apenas 2 anos já era a única instituição de ensino superior do Paraná entre os melhores MBAs do Brasil. Hoje, com 5 anos é a única tricampeã do sul do Brasil no ranking dos melhores MBAs dos país, credibilidade confirmada pelo Ranking da revista Você S.A (2008, 2009 e 2010) e também pelos 2 prêmios TOP de Marketing da ADVB-PR (2007 e 2010).</p>
<p style="text-align: justify;">Este sucesso resulta do conjunto diferenciais que só a EBS oferece, entre eles: uma moderna infraestrutura, localização privilegiada e o atendimento personalizado realizado por um time de colaboradores e professores-facilitadores altamente capacitados, engajados e apaixonados pelo que fazem. Outro grande diferencial são os cursos de MBAs modulares e flexíveis, desenvolvidos para executivos jovens ou experientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao completar 5 anos a Estação Business School confirma sua missão e compromisso com a qualidade formando líderes com profunda visão social, aliando rigor acadêmico ao vínculo com o mercado e oferecendo sempre o menor <em>gap </em>entre o mundo dos negócios e a sala de aula.</p>
<p><iframe width="480" height="390" src="https://www.youtube.com/embed/byPL-sasSA4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Estação Business School &#8211; 5 anos &#8211; Os líderes formam-se aqui!</strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Tecnologia e inovação para um caminho sustentável</title>
		<link>http://www.ebs.edu.br/portal/artigos-de-professores/tecnologia-e-inovacao-para-um-caminho-sustentavel/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 May 2011 21:29:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de Professores]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Prof. Judas Tadeu Grassi Mendes ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1828" href="http://www.ebs.edu.br/portal/artigos-de-professores/tecnologia-e-inovacao-para-um-caminho-sustentavel/attachment/geracao-sustentavel-1/"></a><a rel="attachment wp-att-1829" href="http://www.ebs.edu.br/portal/artigos-de-professores/tecnologia-e-inovacao-para-um-caminho-sustentavel/attachment/geracao-sustentavel-2/"></a><img class="aligncenter size-full wp-image-1828" src="http://www.ebs.edu.br/portal/wp-content/uploads/geração-sustentável-1.jpg" alt="" width="520" height="810" /><img class="aligncenter size-full wp-image-1829" src="http://www.ebs.edu.br/portal/wp-content/uploads/geração-sustentável-2.jpg" alt="" width="520" height="674" /><img class="aligncenter size-full wp-image-1830" src="http://www.ebs.edu.br/portal/wp-content/uploads/geração-sustentável-3.jpg" alt="" width="520" height="495" /></p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Saiba mais em:</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://revistageracaosustentavel.blogspot.com/2011/04/artigo-tecnologia-e-inovacao-para-um.html">http://revistageracaosustentavel.blogspot.com/2011/04/artigo-tecnologia-e-inovacao-para-um.html</a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://confrariasustentavel.ning.com/profiles/blogs/artigo-tecnologia-e-inovacao">http://confrariasustentavel.ning.com/profiles/blogs/artigo-tecnologia-e-inovacao</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O que são modelos mentais?</title>
		<link>http://www.ebs.edu.br/portal/artigos-de-professores/o-que-sao-modelos-mentais/</link>
		<comments>http://www.ebs.edu.br/portal/artigos-de-professores/o-que-sao-modelos-mentais/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 22:07:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de Professores]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ebs.edu.br/portal/?p=1808</guid>
		<description><![CDATA[Confira o artigo do Prof. Jerônimo Mendes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong>Jerônimo Mendes</strong><br />
Administrador, Escritor e Palestrante<br />
Especialista em <strong>Desenvolvimento Pessoal e Profissional</strong>, apaixonado por  <strong>Empreendedorismo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Há muito tempo desejava escrever um artigo sobre modelos mentais, de tanto que gosto do assunto. Quando pergunto aos meus alunos em sala de aula ou em treinamentos o que isso significa, alguns me olham apreensivos e ficam aguardando uma dica, porém a pergunta é minha e sempre procuro extrair a resposta de acordo com o conhecimento geral do grupo. Quando você entende o conceito e procura associá-lo na prática, a jornada torna-se menos dolorosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Entender as bases do comportamento humano e as chaves da realização pessoal depende de entender o significado e a importância dos modelos mentais em sua vida. Quer você saiba, quer não, os modelos mentais definem a sua capacidade de ação e reação perante as coisas mais simples e as coisas mais difíceis da vida, ou seja, eles definem o seu comportamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente, é necessário conhecer as fontes de modelos mentais e a maneira como eles se formam. De acordo com Daniel Goleman, autor do <em>best seller</em> Inteligência Emocional, as fontes dos modelos mentais são a maneira pela qual os seres humanos organizam e dão sentido às suas experiências. Segundo Goleman, o comportamento humano é condicionado por modelos mentais e estes, por sua vez, são definidos com base em quatro pressupostos:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Biologia</strong>: rotular a capacidade de realização do ser humano com base nas suas limitações fisiológicas. Será que o fato de alguém ser alto ou baixo, branco ou negro, cabeludo ou calvo, gordo ou magro, bonito ou menos favorecido em termos de beleza deve ser um fator de inclusão ou exclusão no mercado de trabalho? Para muitas empresas, é assim que funciona, infelizmente. Você já leu algum anúncio de emprego no jornal com os seguintes dizeres: precisa-se de Secretária gordinha, baixinha, aparência mais ou menos e de inteligência mediana?<strong> </strong></li>
<li><strong>Linguagem</strong>: é o meio no qual se estrutura a consciência do ser humano. Quando você ouve um nordestino, um catarinense, um gaúcho dos pampas, um paulista do interior ou um carioca descolado conversando com aquele sotaque típico da sua região, o que lhe vem à mente? Não diga que você nunca rotulou alguém por conta do seu sotaque? Viiiixe! Mas, baaah!!!<strong> </strong></li>
<li><strong>Cultura: </strong>dentro de qualquer grupo &#8211; famílias, indústrias, organizações e nações &#8211; os modelos mentais coletivos se desenvolvem com base em experiências compartilhadas. Assim, a cultura pode ser considerada um modelo mental coletivo. Se você é filho de judeu, italiano, grego, alemão ou japonês, não importa, existe um conjunto de valores ou pressupostos típicos de cada cultura. De alguma forma, isso afeta os relacionamentos, daí as dificuldades de se admitir em algumas culturas a união de pessoas de raízes diferentes.<strong> </strong></li>
<li><strong>Experiência pessoal</strong>: diz respeito à raça, sexo, nacionalidade, origem étnica, condição social e econômica, influências familiares, nível de educação, a maneira como fomos tratados por nossos pais, irmãos, professores e companheiros de infância. A maneira como começamos a trabalhar e alcançamos a autossuficiência também é fruto da nossa experiência pessoal e isso é determinante para o nosso sucesso.<strong> </strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Por conta de tudo isso, algumas frases acabam tornando-se comuns no seu dia-a-dia e quando você menos espera, comete um deslize, inadvertidamente, sem a mínima preocupação com o reflexo das suas palavras. O que vale para determinado país ou cultura não vale necessariamente para outra. Por acaso você já proferiu qualquer uma dessas frases?</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Todos os homens são iguais</strong>! Significa que o seu pai e aquela pessoa que você tanto admira também são.</li>
<li><strong>Não se pode confiar nas mulheres</strong>! Inclusive na sua mãe, na sua esposa e nas suas irmãs?</li>
<li><strong>Todos os políticos são iguais</strong>! Incluindo aquele seu parente que se elegeu com muito esforço e arranjou emprego para toda a sua família que estava em dificuldades?</li>
<li><strong>O pouco com Deus é bastante</strong>! Acredite, se isto for verdade, o máximo que você vai conseguir é pouco, além de continuar invejando os ricos pelo resto da vida.</li>
<li><strong>Isso não vai dar certo, aqui sempre foi assim</strong>! Esse é um dos modelos mentais mais conhecidos em organizações fadadas ao fracasso.</li>
<li><strong>Não se mexe em time que está ganhando</strong>! O Bernardinho nem ligou quando excluiu o Ricardinho da Seleção Brasileira de Vôlei. Além de ser excluído, o time ainda melhorou bastante.</li>
<li><strong>Sou pobre, mas sou feliz</strong>! Você conhece algum pobre, no sentido literal da palavra, feliz?</li>
<li><strong>O importante é ganhar</strong>! Mais importante do que ganhar é contribuir e não se deixar abater pela derrota. Se o mundo fosse feito apenas de vencedores, o aprendizado não existiria.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Esses são alguns dentre os milhares de modelos mentais estabelecidos com base em nossa biologia, linguagem, cultura e experiência pessoal. Quando levados ao pé-da-letra, os modelos mentais são capazes de provocar verdadeiros estragos em nossa vida pessoal e profissional. Entretanto, não se deve ignorá-los, apenas tome cuidado para evitar prejulgamentos concebidos com base apenas em valores que podem fazer parte de uma cultura e não de outra.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Fredy Kofman, autor do livro <em>Metamanagement</em>, o modelo mental é o conjunto de sentidos, pressupostos, regras de raciocínio, inferências etc. que nos leva a fazer determinada interpretação. Eles definem como percebemos, sentimos, pensamos e interagimos. Portanto, é fundamental mergulhar em diferentes culturas, disciplinas, experiências e linguagens sem perdermos nossas origens.</p>
<p style="text-align: justify;">Todas as culturas têm algo a ensinar sobre o comportamento humano sob diferentes ângulos de visão, basta saber respeitá-las. A máxima judaica expressa no Talmude ajuda a compreender melhor esse raciocínio: “Não vemos as coisas como elas são; vemos as coisas como nós somos.”</p>
<p style="text-align: justify;">Pense nisso e seja feliz!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mecanismos de desenvolvimento limpo: Em busca da sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 20:03:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de Alunos]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira o artigo da aluna Laura Garmatter]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>MECANISMO DE DESENVOLVIMENTO LIMPO: EM BUSCA DA SUSTENTABILIDADE</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong> </strong>Laura Crema Garmatter<br />
Advogada, pós graduada pelo curso de LLM da Estação Business School-Ibmec.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>RESUMO</strong><br />
<strong> </strong>Diariamente, o homem depara-se com notícias nacionais e internacionais, ou é vítima de catástrofes ligadas às mudanças climáticas ocasionadas pelo aquecimento global. O meio ambiente envia sinais constantes de que medidas urgentes devem ser tomadas na tentativa de diminuir o aquecimento da terra, caso contrário, em pouco tempo, meio ambiente, fauna, flora e seres humanos não suportarão tanto calor. O objeto da presente pesquisa é o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, tendo como foco principal demonstrar sua origem, utilização e aspectos sob o prisma do desenvolvimento sustentável. Primeiramente, a pesquisa traz a situação caótica do clima ocasionada pelo aquecimento global e pelo efeito estufa, que afeta tanto as esferas políticas, sociais e econômicas de todo o mundo. Em seguida demonstram-se quais foram as medidas jurídicas adotadas, na tentativa de contenção de emissão dos gases causadores do efeito estufa, delimitando, inclusive os princípios pertinentes ao tema. No último capítulo são descritas as características e peculiaridades do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, este sem dúvida o de maior interesse e relevância para o Brasil. Por fim, conclui-se que medidas urgentes devem ser tomadas de maneira global, coletiva, porém individualizada, visando um desenvolvimento de forma sustentada, garantindo um meio ambiente ecologicamente equilibrado para as presentes e futuras gerações. Os métodos de pesquisa utilizados foram a coleta de informações, revisão de literatura e pesquisas documentais sobre o tema, através de artigos jurídicos, livros, manuais, cartilhas, revistas jurídicas, jurisprudência, legislação, jornais e internet.</p>
<p style="text-align: justify;">Palavras-chave:  Aquecimento global; Protocolo de Quioto; Mecanismo de Desenvolvimento Limpo; sustentabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>INTRODUÇÃO</strong><br />
É sabido que, dia após dia, a evolução humana e os ideais capitalistas implicam, cada vez mais, na exploração do meio ambiente terrestre. Neste sentido, o homem explora desarrazoadamente o ambiente, dando origem a mutações climáticas cada vez mais relevantes, as quais, por seu turno, apontam exaustivamente para a necessidade de mudanças emergenciais no que tange ao agir humano, sob pena de se criar um quadro bastante desfavorável à própria sobrevivência no Planeta Terra.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta seara, o objeto do tema aqui abordado abrange não apenas a relação entre homem e meio ambiente, mas, principalmente, as conseqüências (mediatas e imediatas) decorrentes da atual sobreposição dos valores vinculados ao desenvolvimento em detrimento ao meio natural. No entanto, há clara possibilidade de cumulação desses valores, ou seja, de se desenvolver economicamente, sem que, para tanto, a degradação ambiental continue em patamares absurdamente altos, trazendo conseqüências desastrosas ao próprio ser humano.</p>
<p style="text-align: justify;">De início, o presente trabalho enfoca tais mudanças climáticas, suas origens e a perspectiva nada animadora decorrente do descuido do próprio homem com o meio ambiente. Neste enfoque, o estudo se volta para as conseqüências do aquecimento global causado pelo efeito estuda e as alterações climáticas dele decorrentes, para fins de trazer à tona a necessidade de que sejam tomadas medidas exaustivas e imediatas no sentido de proteção ao meio ambiente, de modo a minimizar os danos ambientais, sem que, para tanto, haja necessidade de frear o desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">No Capítulo seguinte, em decorrência das premissas estabelecidas no tópico anterior, faz-se abordagem histórica da legislação aplicável sobre às mudanças climáticas. Foca-se, sobretudo, na Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, na Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima, e, por fim no<em> </em>Protocolo de Quioto, o qual instituiu o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo-MDL.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao final, aponta-se o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo como sendo a ferramenta utilizada para fomentar a redução de emissões de efeito estufa e promover o desenvolvimento sustentável, na medida em que contribui, efetivamente, para a questão climática e o envolvimento do setor financeiro na defesa do meio ambiente.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong><a href="http://www.ebs.edu.br/portal/wp-content/uploads/Artigo-Laura-Garmatter.pdf" target="_blank">Clique aqui e leia o artigo na íntegra.</a></strong></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><strong><br />
</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Da prevenção e repressão à lavagem de dinheiro</title>
		<link>http://www.ebs.edu.br/portal/artigos-de-alunos/da-prevencao-e-repressao-a-lavagem-de-dinheiro/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 19:50:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de Alunos]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira o artigo da aluna Katherinne Saldanha]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">DA PREVENÇÃO E REPRESSÃO À LAVAGEM DE DINHEIRO</p>
<p style="text-align: right;">Katherinne Saldanha<br />
Advogada e aluna do MBA em Direito da EBS</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>RESUMO</strong><br />
<strong> </strong>Este artigo tem como objetivo o estudo do crime de lavagem de dinheiro e a importância de sua prevenção e repressão. Analisa-se o conceito e a denominação deste crime, seu tipo penal e suas principais características, bem como suas conseqüências, que não são apenas econômico-financeiras, são também sociais, uma vez que viabiliza a prática de outros crimes. Analisam-se as três etapas do processo de lavagem de dinheiro (colocação, ocultação e integração), verificando-se as técnicas mais comuns utilizadas pelos criminosos. Dentro desse contexto, ressalta-se no presente trabalho a importância dos paraísos fiscais ou centros offshore que acabam por facilitar a lavagem de dinheiro em virtude do rígido sigilo bancário, fiscal e comercial por estes apresentado. Neste sentido, verifica-se que devido à transnacionalidade deste crime, é imprescindível uma união internacional para combatê-lo. Logo, destaca-se a importância de tratados internacionais como a Convenção de Viena e a Convenção de Palermo, e grupos como o Grupo Egmont e o Grupo de Ação Financeira Internacional (GAFI) criados nesse âmbito para promover uma maior cooperação entre os países e assim combater de forma eficaz este crime. Assim, também serão analisados os resultados destes instrumentos, que deram origem à Unidade de Inteligência Financeira Brasileira, o COAF.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Palavras-chave:</strong> crime; transnacionalidade; cooperação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>INTRODUÇÃO</strong><br />
O crime de lavagem de dinheiro, tipificado no Brasil pela Lei nº. 9.613 de 1998, é um crime de amplitude internacional que consiste em dar uma aparência lícita a recursos obtidos por meio de outro crime. A lavagem de dinheiro, que começou a ter destaque na década de 60 com o tráfico de drogas, atualmente é ainda mais preocupante, pois encontrou respaldo na globalização e nas facilidades por ela geradas.</p>
<p style="text-align: justify;">A evolução tecnológica e dos meios de comunicação, o surgimento da Internet, das transferências e dos pagamentos eletrônicos também facilitaram o crime de lavagem de dinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes fatores corroboraram para a internacionalização da lavagem de dinheiro. Hoje, facilmente se lava em um ou vários países o produto de um crime realizado em outro ou outros países, havendo diversas formas para tal.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, este crime necessita ser combatido, pois além de poder desestabilizar social, econômica e financeiramente os países, ele acaba por possibilitar outros crimes, uma vez que, após limpos, os recursos podem ser reinvestidos em atividades criminosas.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo, o presente trabalho tem por escopo demonstrar a internacionalidade do crime de lavagem de dinheiro, abordando as técnicas mais comuns para o cometimento do mesmo, trazendo-se também, os problemas criados pelos paraísos fiscais que, em virtude de suas rígidas leis de sigilo, não cooperam com os demais países. Mostrará, ainda, os principais instrumentos de cooperação internacional existentes e a imprescindibilidade dos mesmos para o seu combate.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ebs.edu.br/portal/wp-content/uploads/Artigo-Katherine-Saldanha.pdf" target="_blank">Clique aqui e leia o artigo na íntegra.</a></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
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		<title>O ITR como instrumento para a integração de políticas públicas e a conservação do meio ambiente</title>
		<link>http://www.ebs.edu.br/portal/artigos-de-alunos/o-itr-como-instrumento-para-a-integracao-de-politicas-publicas-e-a-conservacao-do-meio-ambiente/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 19:21:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de Alunos]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira o artigo do aluno Ricardo Fronczak.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>O ITR COMO INSTRUMENTO PARA A INTEGRAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E A CONSERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE</strong></p>
<p style="text-align: right;">Ricardo Antonio Tonin Fronczak</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Resumo</strong><br />
Com a questão cada vez mais premente que o meio-ambiente significa, há que se discutir formas de incentivar a preservação, quer seja de modo direto, através de repressão, quer seja através de modo indireto, através de políticas fiscais (como é o caso ora apresentado) para que os incentivos à preservação possam ser efetivados e levados a cabo de maneira eficaz. O trabalho trata da natureza tributária das áreas gravadas no imóveis rurais como áreas de Plano de Manejo Florestal Sustentado (PMFS), e qual a sua repercussão no cálculo do Imposto Territorial Rural (ITR). O texto é parte do Trabalho de Conclusão de Curso do autor no LL. M. do Estação Business School em Curitiba, PR.</p>
<p style="text-align: justify;">Palavras-chave:  ITR; Plano: Manejo; Sustentado;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #800000;"><a href="http://www.ebs.edu.br/portal/wp-content/uploads/Artigo-Ricardo-Fronczak.pdf" target="_blank">Clique aqui e leia o artigo na íntegra.</a></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #800000;"><br />
</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Gestão de Outsourcing de Informática</title>
		<link>http://www.ebs.edu.br/portal/artigos-de-alunos/gestao-de-outsourcing-de-informatica/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 21:05:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de Alunos]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira o artigo da aluna Adriana de Farias.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Gestão de Outsourcing de Informática</strong></p>
<p style="text-align: right;">Adriana Gomes Fritzen de Farias<br />
Administradora de Empresas. Aluna do MBA Executivo da Estação Business School (2009).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>RESUMO</strong><br />
Este trabalho descreve sobre o processo de outsourcing, a nível mundial, com foco na área de Tecnologia da Informação (TI). Através de pesquisas de materiais publicados, literatura sobre o tema e estudo de caso, demonstra-se como as empresas podem utilizar o  outsourcing  como estratégia de gestão, bem como quais são as melhores práticas do mercado. Apresentam-se os principais modelos utilizados, quais os critérios que as empresas precisam levar em consideração para a implantação, quais os riscos e benefícios e a importância de se trabalhar em parceira em busca do sucesso do processo. Constata-se uma mudança do principal motivo que leva as empresas a optarem pelo  outsourcing  da área de TI.  Anteriormente, o objetivo principal era a redução de custos, porém agora as empresas estão adotando o processo para ter mais foco no  core business,  mais  expertise  e  tecnologias  avançadas para se manterem competitivas no mercado.  Por fim, descreve-se  como  o  projeto  de  outsourcing  foi conduzido na empresa Furukawa Industrial S.A. Produtos Elétricos, qual foi a estratégia utilizada na implantação e como é  o gerenciamento do fornecedor dos serviços.</p>
<p style="text-align: justify;">Palavras-chave: Outsourcing; estratégia; melhores práticas; tecnologia da informação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>INTRODUÇÃO</strong><br />
O processo de outsourcing vem ganhando destaque mundialmente nos últimos anos. Especificamente no Brasil, segundo o Gartner Group, a estimativa de crescimento do outsourcing em 2009 foi de 10 a 12%. Na América Latina, a projeção de gastos com outsourcing foi de 6% em 2009 e 4,3% globalmente (ARIMA, 2009).   Para Dreyfuss e Scardino (2009): “O outsourcing continua a evoluir, pois as empresas estão conscientizadas de que é a maneira de se tornarem mais ágeis, enxutas e flexíveis”.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda segundo Dreyfuss  e Scardino (2009):</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Falar sobre  outsourcing  em 2009 é certamente bastante diferente daquilo que a gente vem falando em anos recentes. Por um lado, precisamos mostrar a evolução do provimento de serviços e apontar as tendências vencedoras em novos serviços, e como obter deles valor para os negócios; por outro, não podemos ignorar o ambiente complexo e desafiador atual, e deixar de abordar as iniciativas que são necessárias para ajustar os serviços aos novos objetivos de negócio.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Conforme descrito acima, o cenário atual mostra o crescimento de investimento nesta área. As empresas precisam focar em sua estratégia, no  core business da empresa, buscando cada vez mais a competitividade e produtividade. O outsourcing é uma prática corporativa que pode trazer maior agilidade e qualidade aos serviços, dentre os quais se inclui os de informática, objeto deste estudo. Para isto, é preciso identificar quais as áreas possíveis de terceirização, conforme as estratégias da companhia, identificar e avaliar os riscos da contratação, estabelecer um processo de gestão e principalmente definir antecipadamente quais são as expectativas da empresa, para a tomada de decisão.   Após a contratação, a gerência precisa rever constantemente as metas, expectativas da organização em relação ao  outsourcing  e atualizar os volumes, requisitos e níveis de serviços requeridos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://www.ebs.edu.br/portal/wp-content/uploads/Artigo-Outsourcing_23_Fev_2010_v2.pdf" target="_blank">Clique aqui e leia o artigo na íntegra</a></strong></p>
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